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10 Reflexões sobre Marca Pessoal

10 Reflexões sobre Marca Pessoal

Artigo originalmente publicado no LinkedIn

Você acredita saber tudo quando o assunto é branding pessoal?

Separei 10 reflexões sobre marca pessoal para esclarecer alguns fatos:

1. A comunicação não é clara sem esforço

Muitas vezes, queremos que as pessoas saibam quem somos, o que fazemos e porquê fazemos o que fazemos de forma automática. Mas esse processo não ocorre de uma maneira assim tão simples e sem ruídos. Isso está na teoria básica da comunicação. Muitas questões podem não estar claras para você, dentro de você, que dirá para o público. Assim como no processo de construção de uma marca, precisamos definir nossa comunicação e nos esforçarmos para melhorá-la e torná-la cada vez mais efetiva.

Qual é a minha missão? Quais valores eu carrego? Qual é a minha contribuição para o mundo? Qual é o resultado dessa contribuição? Como vou contar minha história?

Para isso é que serve o processo de branding pessoal. Para trazer clareza, consistência e coerência na mensagem sobre quem você é o que você comunica. A gestão de marca pessoal significa se esforçar para ser entendido. 

2. O branding pessoal não engessa quem você é

Você não ficará engessado ao trabalhar sua marca, muito pelo o contrário, a gestão de marca o ajudará a expor suas convicções de forma empática e trazer muito mais segurança a partir do momento que você entende como ocorre o processo de comunicação. A nossa marca pessoal ganha propósito e sentido quando nos empenhamos em criar conexão real. 

Se em algum momento trabalhar intencionalmente sua marca pessoal tirou sua naturalidade e genuinidade, algo (muito) errado aconteceu. 

3. Você não é um produto 

Você não vai ser produzido, você vai construir sua comunicação com clareza. As relações são resultado de uma construção social. Muitas vezes uma marca, para se solidificar, passará até por uma desconstrução de estereótipos ou crenças já estabelecidas em uma cultura.

Você não é um produto do mercado e sim uma marca. Esse processo não é mecânico. Branding pessoal parte da essência. Diferente do marketing pessoal, que visa apenas a promoção. 

4. Gerir uma marca não é simples

Embora busquemos sempre tornar o entendimento simples, é importante enfatizar que o branding é um processo de gestão complexo e não linear. Ele requer um trabalho constante e coerente. Você, assim como ocorre com uma marca corporativa, precisará avaliar periodicamente suas ações e comunicações. Tudo se baseia em uma melhoria contínua. 

5. Marcas são - cada vez mais - humanas

Somos únicos. Nossas singularidades formam nossa identidade. Nossas marcas da vida são nossa marca. 

Marcas humanizadas não se comunicam de forma distante e mercadológica. É necessário se aproximar dos seus colaboradores, consumidores, fornecedores e seguidores. Portanto, a comunicação tanto interna quanto externa, realizada presencialmente ou no digital, é cada vez mais humana. E é assim que tem que ser. Afinal, uma marca é composta por pessoas. 

Vale lembrar ainda que ter um negócio é diferente de ter uma marca. O foco de um negócio é o produto. O foco das marcas são pessoas. As marcas são feitas por pessoas. Pessoas são como marcas. São únicas, possuem uma história única e valores únicos.

6. Cada pessoa é e possui uma marca própria 

Cada um de nós é único (assim como as marcas) e todos nós já deixamos uma impressão no mundo ao nosso entorno. A parte incrível de entender a lógica do branding para a construção da marca pessoal está, principalmente, na redução dos ruídos e da má interpretação. Dessa forma a sua projeção passa a ser muito mais próxima de quem você realmente é.

Se cada um é único, logo, cada um tem potencial para projetar uma marca única. A lógica de que “cada pessoa é e possui uma marca própria” é mais presente a cada dia, especialmente com as transformações no mercado de trabalho e novos formatos de empresas na atualidade. 

7. Branding pessoal não se resume a design

Todas as pessoas, literalmente, todas as pessoas que você admira tiveram a coragem de comunicar o que elas acreditam em algum momento. Dessa forma elas conseguiram deixar sua marca no mundo. Vale ressaltar que atitudes também comunicam, muitas vezes, até mais do que palavras. Portanto, embora ter um logo, trabalhar os aspectos de design, cores e imagem auxiliem nessa construção, no branding pessoal esses elementos não compõem - necessariamente - sua identidade.

Sua identidade é muito mais que isso. É resultado de todas as suas ações. O branding vai muito além do design gráfico e da identidade visual. O branding pessoal está intimamente ligado com a coragem e atitude. 

8. Branding é relacionamento 

Branding pessoal é muito mais do que um conjunto de análises e ações estrategicamente pensadas. Está ligado a comportamento e relacionamento. É o resultado da forma com que você se relaciona com seus públicos.

É sobre como você transmite seu propósito, como você cria conexão e empatia com quem te acompanha. Branding é relações públicas. 

9. Marca pessoal não é sinônimo de autoridade

Alguns podem afirmar que marca pessoal possui relação direta com autoridade. Mas não necessariamente. Marca pessoal tem a ver com posicionamento e relacionamento. Posicionamento tem a ver com manifesto. Relacionamento tem a ver com influência. Segundo o autor Ken BLanchard: “A chave é a influência e não a autoridade”.

Autoridade é diferente de Marca Pessoal.

10. Branding não está só nos livros de comunicação e gestão 

Para se aprofundar no assunto, associe abordagens teóricas da comunicação, administração e design com estudos de psicologia, antropologia, sociologia e análise do comportamento humano, em especial as relações interpessoais.

Um dos maiores clássicos das relações humanas, o livro “Como fazer Amigos e Influenciar Pessoas” de Dale Carnegie, traz uma citação notável:

“Interessando-nos pelos outros, conseguimos fazer mais amigos em dois meses do que em dois anos a tentar que eles se interessem por nós”.

Ao parafrasear essa famosa citação,podemos afirmar:

“Em dois meses, conquistamos mais seguidores engajados se interessando por eles do que em dois anos tentando fazer com que eles se interessem por nós”.

Afinal, seguidores não são números, são pessoas.

Ao buscar relações reais e humanas, o branding digital passa a fazer mais sentido, sem escolher toda hora as palavras e nem se expor de forma excessiva. Na medida da sua intenção como marca. 

O que achou das reflexões? 

 

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